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28 janeiro 2015

Não vale tudo!

Porque há que lutar contra as politicas de má fé.
Porque há que lutar pela recuperação do serviço competitivo dos transportes públicos.
Porque há que exigir a real melhoria de nível de serviço pelo aumento do custo final dos títulos de transportes públicos.
Porque a redução de custos das empresas não pode ser cega ao contributo que, muitos dos seus recursos humanos prestaram, ao longo da sua vida ativa de muitas décadas em defesa do serviço público.

Desculpem, mas não vale tudo!


“Fomos empurrados para a rua. Nós não queríamos ir, queríamos estar a trabalhar, mas, para reduzir o pessoal, para a empresa ficar mais viável, convidaram-nos a ir embora com o complemento e, depois de nos apanharem na rua, puxaram-nos o tapete”.
 “Além de perderemos 40 a 60% daquilo que ganhávamos, fomos absolutamente enganados com má-fé, porque todos nós viemos antecipadamente e se viéssemos agora estávamos a ganhar mais 6% ao ano, porque não eramos penalizados. Eu, que saí há quatro anos, tinha mais 25% se me tivesse reformado agora”.

28 maio 2013

Perguntar não ofende #1



"Vá nos transportes de Lisboa às Festas de Lisboa"

Isto inclui horário continuo ou alargado na noite de Santo António?

25 abril 2013

Sobre o Financiamento do Transporte Público

António Costa diz que receitas da EMEL e IMI podem financiar transportes públicos

 

Algumas ideias que podem ser interessantes, num debate cada vez mais urgente, do financiamento dos transportes públicos. Mesmo tendo em conta que o IMI tem as suas falhas, por exemplo no coeficiente de localização.

10 março 2013

Transportes Públicos na AML

Com elevação critica, hoje debateu-se o enquadramento político, o papel dos operadores e os impactes sociais dos Transportes Públicos na Área Metropolitana de Lisboa...

Muitos indicadores atuais fazem-nos concluir que atravessamos um momento socialmente sensível e particularmente marcante para o sistema de transportes nas áreas metropolitanas. 

As mudanças politicas em curso determinaram alguns aumentos tarifários do transporte coletivo, contribuindo para a diminuição da sua atratividade para o utente. Esta consequência sabemos estar totalmente desalinhada das politicas europeias de transportes, em particular, no que diz respeito à necessidade de reequilíbrio da repartição modal e de desincentivo da opção pelo transporte individual motorizado privado.

A sustentabilidade das empresas do setor dos transportes é essencial mas não pode ser analisada de forma isolada ou sem um entendimento económico mais abrangente. O sistema de transportes tem um carácter transversal e a sua relação com o planeamento e ordenamento do território é por demais evidente! Portanto, urge pensar no atual conceito de prestação de serviço público, assim como, nos vários modelos de financiamento possíveis para o efeito!




Sendo esta uma questão completamente transversal a matérias como a habitação, emprego, ambiente, urbanismo e ordenamento do território, apenas queria deixar as seguintes reflexões:


- numa fase em que as dependências casa/trabalho aumentaram distâncias
- numa fase em que a mobilidade para além de um direito é um fator de acesso a oportunidades de emprego e de inclusão social
- numa fase em que nunca foi tão oportuno como agora, a promoção da utilização do transporte público alterando o paradigma cultural atual e ambicionando um sistema de transportes com uma repartição modal mais equilibrada

Estaremos mesmo a trabalhar de uma forma institucionalmente integrada e centrada nas necessidades do cidadão?
Estaremos mesmo a dialogar em plataformas de stakeholders inclusivas (governo, reguladores, autoridades metropolitanas, autarquias locais, operadores de transportes, gestores de infraestruturas, comissões de utentes, comissões de trabalhadores, sindicatos e associações civicas e/ou outras ong’s)?
Estaremos mesmo a resolver os problemas à escala territorial apropriada, promovendo um desenvolvimento social, ambiental e economicamente sustentável?

23 fevereiro 2013

Ouvido em Lisboa #5

(Funcionária do metro para outra colega)
-  "eh pah, já estou farta do valide verde... É só valide verde, valide verde... Parece que estamos na Carris!"